Qualquer um que se envolva numa “briga judicial” tem como experiência o grande desgaste emocional, seja pelo litigio em si, enfrentamentos, diferenças coma outra parte, danos morais ou materiais e ainda o cumulado com a demora dos atos processuais aumentando mais ainda as dificuldades entre as partes.
Quase todos nós já ouvimos falar das demandas de inventários, onde familiares (herdeiros) de tanto brigar e não entrarem num acordo acabam falindo empresas, diluindo negócios e patrimônios numa briga desenfreada que pode levar mais de 10-15 anos.
O aumento na busca pelas CÂMARAS ARBITRAIS tem se dado em especial eplo bem estar causado as partes envolvidas, as conversas, os debates e as reflexões facilitam um pensamento ativo na busca de acordos, onde as partes não ficam somente discutindo peças processuais mas consequências de longas brigas, vantagens e desvantagens de não compor acordos mais rápidos, como a economia financeira, riscos patrimoniais e o desgaste emocional.
Nada causa mais bem estar, que sair logo de uma “briga judicial” de uma demanda, ainda mais se for contra pessoas conhecidas ou parentes, dificultando toda a vida familiar e o bom convívio.
Nesta senda a MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM sem se mostrado uma ferramenta de bem estar social e individual as partes envolvidas, promovendo maior satisfação tendo em vista que todos participam e ajudam a compor um acordo (mediação), não sendo um ato isolado de um juiz.


